quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

ALEGORIA DAS FERRAMENTAS


Há muito tempo atrás, em uma carpintaria, quando todo o trabalho havia acabado, as ferramentas começaram a conversar entre si. Elas discutiam para saber qual delas era a mais importante para o carpinteiro.

O Sr Martelo começou: Certamente que sou Eu o mais importante para o carpinteiro! Sem mim os movéis não ficaram de pé!, pois eu tenho que martelar os pregos!

O Sr Serrote logo quis dar a sua opinião: Você Sr martelo? Você não pode ser! Seu barulho é horrível! É ensurdecedor ficar ouvindo toc, toc, toc... O mais importante sou Eu! O serrote! Sem mim, como o carpinteiro serra a madeira? Eu sou o melhor!

Não, não, não! Falou a dona Lixa: Eu sim sou a melhor! Se não fosse Eu os movéis não seriam tão lisinhos e perfeitos! Eu sou a mais importante!

Ah! mais não é mesmo! disse a dona Plaina: Eu é quem deixo tudo retinho, e tiro as imperfeições da madeira. Eu sim sou a indispensável...

Tsc, tsc, tsc... Nada disso, disse a dona Chave de Fenda: Se não fosse Eu, como o carpinteiro iria apertar os parafusos? EU sim sou a melhor!

Ah! não ! Que absurdo! disse o Sr Esquadro: Eu sou o mais importante! Sem mim os movéis ficariam tortos! O carpinteiro nem saberia a medida. EU sou o mais importante!

As ferramentas ficaram discutindo até o dia amanhecer...

O carpinteiro chegou para trabalhar, colocou sobre a mesa a planta de um movél e começou a trabalhar!

Ele usou todas as ferramentas. Usou o serrote, o martelo, o esquadro, a lixa, a plaina, os pregos, o martelo, a chave de fenda, a cola e o verniz para deixar o movél brilhando....

Enfim ele acabou. Chegou o fim do dia o carpinteiro estava cansado, mas feliz com o que tinha feito! Seu trabalho com as ferramentas tinha ficado ótimo!

O carpinteiro foi para casa. Enfim, as ferramentas voltaram a conversar. Só que agora elas ficaram admirando o que tinham feito todas juntas e o carpinteiro. Sabe o que elas fizeram? Um púlpito de uma igreja! E tinha ficado lindo!

Elas chegaram a uma conclusão: Todas eram importantes!! Aos olhos do carpinteiro. Ele usou todas! Sem exceção de nenhuma! E o movél tinha ficado lindo!

Elas descobriram que quando todas trabalham juntas tudo anda melhor!!

(Moral da história)
O carpinteiro representa JESUS ou o Pastor de sua igreja, dependendo como você vai usar essa história. As ferramentas representam os membros, ou crianças.

Cada um de nós tem um valor importante no reino e na obra de DEUS. É ele quem nós usa e capacita para fazermos a sua obra. Cabe a nós como ferramentas nos deixar ser usados. (você professor pode colocar a moral que vc achar que se encaixa melhor para a sua turma)

ABRAÃO UM BOM CIDADÃO


1) Abrão toma uma decisão 

Abrão, casado com uma linda mulher resolve tomar uma decisão: deixar seu país, seus pais e tentar a vida em outro lugar. Ele ouviu uma voz - um chamado e aquilo ficou queimando em seu coração. 

Era uma voz que dizia assim: 

Saia da sua terra, do meio dos seus parentes e da casa de seu pai, e vá para uma terra que eu lhe mostrarei. 

Farei de você um grande povo, e o abençoarei. Tornarei famoso o seu nome, e você será uma benção. Abençoarei os que o abençoarem e amaldiçoarei os que o amaldiçoarem e por meio de você todos os povos da terra serão abençoados. 

Hum... uma boa proposta!!! 

2) A primeira obra de Abrão 

É... Abrão não pensou duas vezes. Aos seus 75 aninhos de vida, leva sua esposa - a linda Sarai, o sobrinho querido - Ló, seus empregados e parte para uma terra tão diferente da sua. Essa terra era Canaã. Já tinha gente morando lá, mas Abrão não se importou e a primeira obra de Abrão naquela terra foi a construção de um altar. 

Isso significa que para ser um bom cidadão é preciso colocar Deus em primeiro lugar. É deixar Deus na frente de todo o empreendimento. Esse Abrão era bem inteligente. 

3) Resolvendo pacificamente as coisas 

Abrão não tinha um lugar fixo, explorou a terra. Ele foi enriquecendo tanto, que mal tinha lugar para ele e o sobrinho Ló apascentarem os seus rebanhos. Começaram as brigas entre os seus empregados. Mas... pacificamente houve uma divisão de terras. Abrão dividiu aquelas amplas terras em duas partes e deixou que o primo Ló escolhesse aonde ele queria ficar. A parte que sobrou ficou para Abrão. 

Um bom cidadão é sensato e pacificador. Ele sabe que independente do lugar, ser bonito ou feio, Deus o abençoará. 

4) Guerra a vista 

É... teve uma guerra. Essa guerra foi bem pertinho do lugar onde Abrão vivia, lá no lugar onde o sobrinho Ló escolheu para habitar. Guerra sempre é ruim. Morrem pessoas, há escassez de alimentos, saques. E quando você sabe que um parente teu é refém de guerra? Pobre Abrão... teve essa triste notícia. Seu sobrinho Ló era refém de guerra. Será que Abrão se escondeu debaixo da cama? Ficou em cima do muro? Não!!!! um bom cidadão pensa e age. Ele convocou 318 homens da sua casa, fez plano, deu instruções - perseguiu os seus inimigos e resgatou os prisioneiros, inclusive os bens. Foi vitorioso. Os reis queriam dar para ele dinheiro, presentes, mas Abrão não quis nada disso. A sua riqueza procedia de Deus e não de homens. 

Ao invés de receber presentes ele deu. Deu para um sacerdote de Melquisede 10% de tudo quanto tinha. 

Abrão não recebe aquilo que não lhe pertence. Um bom cidadão ajuda. Doa um pouco de si para os outros. 


5) Uma aliança que muda o nome 


Abrão rico... rico... mas sem filhos. Ele queria um filho para ser o seu herdeiro, para ensinar-lhes as coisas que tinha aprendido no decorrer da vida. Ele queria ensinar a sua fé. Mas ele já estava tão velhinho. Tinha quase 100 anos e nada de filhos. Deus promete-lhe um filho e faz uma aliança com ele. 

Deus muda-lhe o nome - de Abrão, passa a ser chamado Abraão. 

Abrão = pai exaltado 

Abraão = pai de muitas nações. 

Sarai passa a chamar-se Sara = princesa 

Um bom cidadão tem uma aliança com Deus. 

É... Deus cumpre o que promete. Aos 100 anos nasce Isaque – o filho de Abraão com Sara e a família fica mais feliz. 

6) Algumas obras de Abraão 

Abraão planta árvores - Gen. 21:33 

Um bom cidadão fica preocupado com o bem estar da população. Plantar árvores e um bom sinal, pois o bom cidadão não desmata, mas planta. 

Abraão cava poços - Gen. 21:30 – 

Um bom cidadão preocupa-se com o bem estar da população. A água é algo muito importante, sem ela é impossível viver. Esse exemplo de cavar poços foi passado para seu filho Isaque que passou para seu filho Jacó. Um bom cidadão dá bons exemplos e bons ensinamentos para seus familiares. Você sabia que o poço de Jacó, que era neto de Abraão ainda era usado nos tempos de Jesus (João 4:6). E Jesus só veio ao mundo uns 2000 anos depois de Abraão. 

Abraão constrói altares - Gen 12:7, 8 , 13:18 - 22:9 - 

Um bom cidadão começa a sua trajetória construindo altares – ou seja, buscando a presença de Deus e termina a sua trajetória construindo altares – ou seja, permanece buscando a presença de Deus. 

Que possamos aprender muita coisa com Abraão – o bom cidadão.

O MENINO FELIZ


Todo menino ou menina deveria ser feliz. Hoje vou contar a história de um menino que se chamava Riso.

E como todo bom Riso ele era feliz.

Seus pais, já eram velhinhos quando ele nasceu. Ele veio num momento onde já não havia mais esperanças. 

Muitas crianças nascem assim. Quando tudo parece que não vai ter jeito, Deus dá um jeito.

Eu acho que Deus quer que a gente encare a vida assim! Confiando nele, pois somos filhos da sua promessa.
E é assim que toda criança deve ser. Pelo menos é assim que o nosso Papai do Céu quer para cada criança. Mesmo que você não tenha seu pai ou sua mãe... mesmo que haja tanta coisa ruim que rola em sua casa... tem um papai do céu, o pai da promessa que te vê com carinho e que quer te ver feliz, pois Ele também tem um filho e Ele sabe o que é isso. O coração do pai fica feliz quando você vence, quando você acerta. Ele está sempre torcendo por você. Por isso Ele te ama!!!

E quer saber... o menino Riso era assim também. Tudo era motivo de festa, tudo era motivo de alegria. Quando ele foi desmamado teve até uma festa para o menino Riso.

E assim foi crescendo o menino. Entre pastos verdejantes. Gados, ovelhas, bodes, riachos. Menino paparicado. Menino feliz. Que pulava, gritava, subia em árvores, que nadava no riacho. Que estava sempre feliz, pois seu nome era Riso.

Era um menino curioso, que gostava de passear com o pai. Que perguntava as coisas. O pai era o seu herói.

E assim ele foi crescendo, crescendo. Um dia ele foi chamado para fazer uma viagem com o pai. Era uma viagem longa, prum lugar chamado Moriá. Lá seu pai iria fazer um sacrifício. Fazia parte da religião do seu pai e por isso ele deveria ir. 
O menino Riso estava todo feliz como sempre. Viajar sempre é bom e ainda com o seu pai. Estava tudo preparado. Ia até dois empregados seu... Tinha muita comida gostosa que mamãe Sara preparou para comerem no caminho. Tudo arrumadinho, até madeira tinha para o sacrifício. E assim eles viajaram por um dia: descansaram, comeram e conversaram. O pequeno Riso percebeu um certo ar de preocupação no olhar do pai, mas não se importou, pois seu pai sabia de tudo. E assim viajaram mais um dia. Riso perguntava muitas coisas, ia à frente, corria, ficava cansado, pedia para descansar, pedia água, comida... E assim foi mais um dia de viagem. No terceiro dia, seu pai avistou o monte e falou para os empregados ficarem ali, cuidando do jumento, das coisas de viagem que ele e o menino iriam fazer o sacrifício, mas voltariam depois.

O menino Riso, com seus olhos observadores vê o pai separando a madeira colocando em seus ombros, vê as brasas fumegantes para o fogo, uma faca. Percebe que falta algo. O pai esquecera de algo... porém percebe o olhar distante do pai.
É melhor segui-lo em silêncio. Não é momento para risos ou palhaçadas. É um momento solene. Porém uma dúvida paira no seu coração.
E ele não consegue mais segurar sua dúvida... pois todo menino é muito perguntador:
- Pai!
- Sim meu filho?
- O senhor não está esquecendo nada? Olha... tem a brasa, a madeira e a faca... Mas cadê o cordeirinho para ser morto?
- Ah filho... Deus vai arrumar o cordeirinho.
O pequeno Riso prossegue feliz com o seu pai, pois ele confia nele e seu Pai confia em Deus.
E assim chegam no lugar do sacrifício.

É... este é um lugar de decisões. Onde muitas coisas acontecem pela fé. E lá estava o menino feliz e o pai da fé.

O menino feliz percorre os olhos e não vê cordeirinho coisa nenhuma. Começa a ficar apreensivo. Seu pai pega-o no colo, amarra no altar. 
O menino que era riso fica assustado. Seus olhos brilham, uma lágrima parece querer escapar.
O menino Riso olha para uma faca afiada vindo em sua direção. Mas ela não chega atingi-lo, pois a providência do céu chega. Um anjo aparece e impede o menino de ser sacrificado.
O menino Riso suspira aliviado. 
Um barulho nos arbustos, um balir. Ali um pequeno cordeirinho está preso. O pai Abraão solta o menino Riso e pega o cordeirinho e o sacrifica em seu lugar.

E assim o menino Riso, agora tem motivos para rir, pois ele foi sua vida foi poupada, porque um cordeirinho foi sacrificado em seu lugar.
E nunca mais o menino Riso esqueceu desse dia. O dia do sacrifício de Moriá, onde um cordeirinho morreu em seu lugar e depois desse dia, aprendeu a confiar no Deus do seu pai, o pai da fé.

E hoje eu quero dizer aos meninos e meninas felizes, meninos e meninas assustados, meninos e meninas amedrontadas, meninos e meninas que choram, meninos e meninas que brincam, enfim, aos meninos e meninas do Brasil que mesmo que vocês passem por uma situação muito difícil como o menino Riso, não desista de sonhar, de viver, pois existe um Paizão que um dia teve um filho chamado Jesus e que não o poupou por causa do seu amor por nós e por isso, seu único filho sacrificado em nosso lugar. Jesus Cristo é o cordeiro da providência, aquele que foi morto em nosso lugar. Então confie em Deus, entregue se Jesus com o coração grato e aliviado, pois era você que deveria ser morto, mas Jesus fez isso por você para que sejas feliz. Dê um suspiro aliviado, sorria e como o menino Riso, nunca esqueça desse dia feliz... Porque Jesus te ama e já fez o mais difícil por você. 


FELIZ DIA DAS CRIANÇAS, com muito riso!!!!

Texto base: Gênesis 21-22
(pra quem não sabe, Isaque quer dizer Riso)


UM PRESENTE PARA CARLITOS


Era uma vez um menino bem pobrezinho.

O nome dele era Carlos. Mas... todos o chamavam de Carlitos.

Seus pais moravam em uma casinha alugada, num sítio bem próximo a cidade.

Seu Tonico, era o papai de Carlitos. Ele trabalhava em uma marcenaria, construindo mesas, cadeiras, armários. 

Ele amava muito o seu filho Carlitos e ficava muito triste por não poder lhe dar belos presentes.

O natal estava chegando... e mais uma vez, o pequeno salário do sr. Tonico estava reservado para pagar o aluguel da casa e pagar os alimentos que comprara fiado no armazém do sr. Joaquim.

Seu Tonico estava muito triste por não poder comprar um presente para o filho. E enquanto caminhava naquela tarde quente até sua casa, teve uma linda idéia.

Ele decidiu fazer um pião com as sobras das madeiras da marcenaria onde trabalhava e que eram jogadas fora.

Assim... por vários dias, após terminar o seu serviço, ele continuava na marcenaria fazendo o pião com muito amor e carinho.

E assim que concluiu o serviço, olhou para o piãozinho e ficou muito feliz.

Até que ele era bem bonitinho.

Na véspera do Natal, ele colocou o pião no armário da cozinha e pediu que Carlitos fosse até lá, pegar um copo com água...

Como Carlitos era um garotinho muito obediente, logo foi ao armário da cozinha para pegar um copo e enche-lo com água.

Ao chegar perto do armário, logo avistou um lindo pião.

Tão lindo que Carlitos nem conseguiu lembrar do copo d'água para o papai.

O pai que estava vendo tudo, sorriu feliz. E Carlitos ficou mais feliz ainda, pois esse foi o seu primeiro presente de natal.

Agora... aonde Carlitos ia, levava o pião. Até colocou o nome nele de Frederico.

E até que o Frederico era bonitinho. Ele tinha listras azuis, verdes, amarelas e vermelhas. Seu rostinho era alegre e tinha um dente só... Era bem engraçadinho também.

E Carlitos gostou muito, muito, muito do presente do seu pai.

E assim Carlitos e Frederico tornaram amigos inseparáveis. Na escola, ele ficava guardado no meio dos cadernos. Na hora do recreio, ele comia a merenda rapidamente para brincar com o seu pião. Na hora de dormir, ele colocava Frederico ao lado do travesseiro para que quando acordasse pela manhã pudesse brincar com seu amiguinho pião.

Um dia, Carlitos precisou de mudar de casa. E assim começou a mudança, Carlitos com medo de perder o Frederico, colocou-o dentro do armário da cozinha.

A carroça, puxada a cavalos fez a mudança dos moveis. E num determinado momento, algo terrível aconteceu... Já estava chegando perto da nova casinha, quando a carroça bateu a roda em uma pedra, a porta de um dos armários se abriu e Frederico saiu rolando pelo caminho. E lá ficou Frederico... em meio as folhas e madeiras, no meio do caminho.

E ninguém nem percebeu...

Após descarregarem os poucos móveis de seu Tonico, Carlitos estava impaciente pois queria brincar logo com o pião. Mas ao procurá-lo... não encontrou. Procurou, procurou, procurou e nada.

Carlitos ficou muito triste e chorou, chorou, chorou...

Sua mamãe ficou muito triste por ver seu filhinho chorando. Tentou achar o pião, mas foi inútil.

Decidiu então fazer um bolo de fubá, o predileto de Carlitos. Começou a preparar a massa, só que não tinha lenha no fogão. Eles eram muito pobres, por isso, o fogão deles não era à gás, mas sim a lenha. Daí... pediu para que Carlitos fosse buscar um pouco de lenha nas redondezas...

Como Carlinhos era obediente, logo foi procurar a lenha, mas estava tão triste e chorando que nem percebeu direito o que estava fazendo. Foi catando uns gravetos daqui, outros ali e nem prestou atenção que junto com os gravetos e folhas secas estava o seu pião.

Ao chegar em casa, colocou os gravetos no fogão e sua mãe, acendeu o fogo.

Carlitos tão triste, olhou para a pequenina chama e para a sua surpresa... o que ele viu?

Frederico.

Carlitos não pensou duas vezes, voou até aonde estava Frederico e tirou-o o fogo rapidamente, antes que queimasse o seu amiguinho.

A mãozinha de Carlitos ficou meio chamuscada... A mamãe ralhou com ele, porque crianças nunca devem mexer com fogo...

Mas... Carlitos mesmo com as mãos machucadas conseguiu salvar o seu amigo Frederico. Sabe por que? Ele não desprezou o presente que seu pai lhe deu. Esse presente era muito precioso. 

Isso me faz lembrar um presente muito precioso que Papai do céu nos deu. Esse presente chama-se Jesus Cristo. Nunca despreze esse presente precioso. Ame Jesus Cristo e o tenha como seu melhor amigo, porque Ele deu sua vida para nos salvar...

MISSÕES











EU AMO MINHA FAMILIA

DIA DO AMIGO